Unidade de Retaguarda Arte e Cuidar.

Estamos nos adaptando à nova situação e pensando na segurança de nossos residentes e funcionários implementamos uma Unidade de Retaguarda Arte e Cuidar.


Essa Unidade é uma Residência extra, localizada no Seminário que atenderá exclusivamente aos idosos que tiverem suspeita ou confirmação do Covid-19. Evitando o contágio dos demais.
Ela está pronta e preparada caso precise ser utilizada. O padrão é o mesmo das outras residências, com toda a estrutura necessária e pessoal específico e qualificado no atendimento aos idosos.

Somos a primeira Casa de Apoio e cuidado à saúde de idosos a Lançar um Plano de Contingência contra o Covid-19.
Estamos sempre pensando em inovações e em como manter a segurança dos nossos queridos residentes e funcionários.
Esperamos não precisar, mas caso aconteça, estamos prontos e preparados para manter a segurança de todos.

Qual o melhor momento para procurar um Geriatra?

Sim, especialistas consultados pela Agência Brasil, garantem: é possível envelhecer com qualidade de vida.Quanto mais cedo o especialista for consultado, melhor será a qualidade de vida após os 60 anos. O acompanhamento preventivo é muito importante para se ter uma velhice saudável.


Depois dos 40 ou 50 anos, várias doenças começam a surgir e são tantos especialistas que temos que procurar, que a necessidade de se averiguar o todo é cada vez maior. É nesse contexto que surge a figura do médico geriatra.


O ápice do corpo humano ocorre aos 30 anos. A partir daí, começa o processo de envelhecimento de cada célula, ou seja, é hora de procurar um clínico geral especializado nas doenças mais comuns ao envelhecimento, que é o geriatra.


Porém, a maioria das pessoas só procuram o especialista quando já estão na terceira idade e muitas vezes o médico encontra situações que poderiam ter sido prevenidas ou até mesmo evitadas se fossem averiguadas mais cedo. Procurar o geriatra antes de chegar à terceira idade impacta positivamente na saúde do idoso, já que ele poderá tratar condições antes que se tornem doenças.


Para muitas pessoas, consultar um geriatra é assumir que está velho e aí surge o preconceito de procurar o médico antes dos 40 anos como meio de prevenção. A verdade é que não tem jeito. Nosso corpo envelhece, sim, e mais rápido do que pensamos. Se esse envelhecimento será saudável ou não, e uma questão de estratégia.


O geriatra, pode antever como será o envelhecimento e orientar uma mudança de estilo de vida. A conclusão é que não há solução mágica para uma velhice saudável. É preciso fazer um esforço quando ainda é jovem.

8,7 milhões de idosos já foram vacinados contra a gripe no país

Nesta primeira fase, idosos e trabalhadores de saúde têm prioridade de vacinação. O Ministério da Saúde alerta que é importante seguir o cronograma da campanha para que não falte vacina

Até o início desta segunda-feira (30), 8,7 milhões de idosos já tinham sido vacinados contra a gripe em todo o País. Esse número representa 42,12% do total da população idosa a ser alcançada. Em relação aos trabalhadores de saúde, foram vacinados 1,7 milhão (34,81%) da meta. O Ministério da Saúde já enviou 23 milhões de doses para os Estados.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve início no dia 23 de março e segue até 22 de maio. Neste período, serão realizadas mais duas fases em datas e para públicos diferentes. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos, até o dia 22 de maio. O dia “D” de mobilização nacional para a vacinação acontece no dia 9 de maio (sábado).

Confira a Notícia do Ministério da Saúde completa clicando aqui!

Envelhecer com qualidade de vida é possível?

Sim, especialistas consultados pela Agência Brasil, garantem: é possível envelhecer com qualidade de vida.

Segundo o médico geriatra e diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) Renato Bandeira de Mello, qualidade de vida é algo subjetivo: depende da percepção do indivíduo sobre o que é felicidade.

Mas, em termos gerais, acrescenta o geriatra, qualidade de vida na velhice está associada a vida ativa: a busca por hábitos saudáveis como atividade física, alimentação saudável e a manter a mente estimulada com novas atividades. Outro fator associado à qualidade de vida na terceira idade são as relações sociais. “Isso significa contato com a família, amigos e colegas de trabalhos”, resume Mello.

Família

O papel da família para a qualidade de vida do idoso, além de relevante, está previsto em leis. “Mais do que um papel, os familiares têm obrigação com os idosos. Isso, inclusive, é respaldado pelo Estatuto do Idoso”, explica o diretor da SBGG.

Nesse sentido, o estatuto prevê que a família se envolva nos cuidados e na proteção do idoso, “respeitando os seus limites e a autonomia a fim de não o cercear de suas liberdades e desejos”, acrescenta Mello.

Coordenadora-geral do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, Eunice Silva destaca ser o ambiente familiar o que registra a maioria das violações de direitos da pessoa idosa. Segundo ela, entre os fatores que resultam em enfermidades, quedas, demência e internamentos prolongados estão a violência doméstica, os maus tratos e o abandono.

“É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, educação, cultura, esporte, lazer, trabalho, cidadania, liberdade e dignidade, ao respeito e às convivências familiar e comunitária”, argumenta a coordenadora do conselho que é vinculado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

Sociedade

De acordo com o médico geriatra e diretor da SBGG, no caso de idosos doentes que precisam de cuidado especial, além do apoio familiar é necessário o apoio da sociedade, que precisa estar atenta também às próprias mudanças que acontecem ao longo do tempo.

“Há que se pensar que, no futuro, os núcleos familiares serão menores. Precisaremos encontrar meios para construir uma sociedade que possa cuidar do idoso”, disse ao lembrar que a qualidade de vida dos idosos depende, ainda, de infraestruturas e de relações que enxerguem esse público não apenas como consumidor, mas como potencial colaborador.

“Bancos, lojas, mercados, transportes e outros serviços e estabelecimentos precisam buscar formas de inclusão, não apenas como consumidor, mas também como força de trabalho”, disse ele à Agência Brasil.

Saúde

Entre as políticas públicas ofertadas pelo Ministério da Saúde (MS) aos idosos está a Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, que é oferecida gratuitamente a este público. Mais de 3 milhões de cadernetas foram entregues a municípios em 2018.

De acordo com a pasta, essa caderneta passou por algumas atualizações, que permitem melhor conhecer as necessidades de saúde dessa população atendida na atenção primária, de forma a melhor identificar o comprometimento da capacidade funcional, condições de saúde, hábitos de vida e vulnerabilidades.

A caderneta apresenta, ainda, orientações relativas alimentação saudável, atividade física, prevenção de quedas, sexualidade e armazenamento de medicamentos.

Em outra frente de ações – neste caso voltada a profissionais de saúde e gestores, ajudando-os na tarefa de melhorar a qualidade de vida dos idosos – o MS disponibilizou o aplicativo Saúde da Pessoa Idosa. Ele pode ser obtido gratuitamente por meio do Google Play.

Acidentes

De acordo com a SBGG, as principais causas de mortes acidentais de idosos são atropelamento e quedas, o que, segundo seu diretor, pode levar a consequências diretas, como lesões e fraturas, e indiretas, como medo de cair e isolamento social, entre outros.

“A maior parte das quedas da própria altura ocorrem em casa por falta de adaptação do ambiente, excesso de obstáculos, falta de barras de apoio, presença de piso sem antiderrapante e que são perigos contínuos na vida do idoso”, acrescenta o médico geriatra.

A fim de prevenir esse tipo de acidentes, que podem resultar em fraturas, traumatismo craniano, contusão muscular e, principalmente, o medo de cair novamente, o Ministério da Saúde listou uma série de dicas aos idosos (veja abaixo).

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

A conquista da felicidade na Terceira Idade

A terceira idade não deve ser considerada e nem vivida como sinônimo de ranzinzice ou sedentarismo, mas sim de saúde e alegrias, pois a felicidade não tem prazo de validade e quanto mais o tempo passa, mais se percebe o quanto valeu a pena os anos vividos e as experiências vívidas na memória.

O idoso merece e necessita atenção e cuidados especiais pela fase de vida em que se encontra. Após uma existência de trabalho, dedicação ao cuidado de filhos, sobrinhos, entre muitas venturas e desventuras experienciadas, encontra agora o esgotamento das forças físicas e, na grande maioria das vezes, também o esgotamento de possibilidades de realização profissional e social.

O envelhecimento impõe a necessidade de saber lidar com as perdas. Do ponto de vista físico, vem a perda progressiva da saúde, da musculatura, da memória, da audição e visão, e das melhores condições de navegabilidade em um corpo que vai inspirando cada vez mais cuidados

No âmbito social, os efeitos do envelhecimento são múltiplos. Aposentados perdem o contato com os colegas de trabalho. Amigos de muitos anos ou se afastam ou vão desencarnando e a experiência da solidão – muito comum nesta fase da vida – requer atenção das pessoas próximas e algum movimento no sentido contrário, evitando-se o isolamento.

Cuidar e conviver com o idoso é mais uma manifestação da bondade Divina, ensejando-nos construir a ventura de nossos dias vindouros através da prática da caridade e do amor ao próximo, conforme nos exorta o Mestre Jesus e nos acrescenta o mestre lionês Allan Kardec, afirmando que Fora da caridade não há salvação.

Idosos devem ter acompanhamento de um fisioterapeuta

Idosos devem ter acompanhamento de um fisioterapeuta

Com a proximidade da terceira idade, é natural que o corpo se torne mais frágil e surjam algumas doenças consideradas graves como problemas cardíacos, dores musculares e nas articulações.

É justamente por isso que pessoas com mais de 60 anos devem ter acompanhamento de um fisioterapeuta. Nesses casos, além de tratamento, a especialidade também serve como prevenção de novos males, agregando qualidade de vida para o idoso.

Pelo processo de envelhecimento, ossos, tendões e músculos ficam mais frágeis. É normal. A fisioterapia preventiva pode evitar problemas ou atuar prevenindo sequelas, como após um AVC.

O tratamento fisioterápico ajuda, por exemplo, na correção de posturas viciosas, que dificultam as atividades diárias do idoso. Além de ajudar o paciente a recorrer menos ao uso de medicamentos.

A fisioterapia preventiva é uma alternativa para o exercício físico. Quando associada a outras terapias, como pilates e acupuntura, a fisioterapia ajuda no controle da insônia, da pressão arterial e até da depressão.

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A depressão na vida dos idosos

Conhecer um pouco mais sobre as causas, os principais sintomas e as melhores formas de tratamento para vencer a depressão na terceira idade é fundamental. Essa doença está em plena expansão: atinge um número de pessoas cada vez maior e os dados estatísticos são preocupantes.

Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que o Brasil é um dos países mais afetados pela depressão. Como nos idosos a evolução da doença é diferente, é necessário buscar informações coerentes e que indiquem as melhores condutas para superar os efeitos desse problema.

O primeiro passo é identificar a doença. O problema é que muitas vezes os sinais passam despercebidos, especialmente para quem tem mais de 60 anos. Muitas pessoas partem do pressuposto de que é normal o idoso ser triste, com isso, não buscam ajuda médica.

A depressão ainda não tem uma causa específica. Entretanto, ela pode ser desencadeada em decorrência de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Além da carência afetiva — própria do envelhecimento — as crises depressivas podem surgir a partir de uma série de problemas.

Para a melhor compreensão do tema, confira os mais comuns:

limitações mentais;

incapacidades físicas;

diminuição da autoestima;

afastamento da família e dos amigos;

perda da função social mediante a aposentadoria;

diagnóstico de doenças graves como AVC;

problemas relacionados à vida sexual;

redução da expectativa de vida;

falecimento do cônjuge;

surgimento de câncer.

Assim, é fundamental priorizar medidas que permitam passar pela terceira idade com boa saúde e, principalmente, com equilíbrio mental e emocional. Desse modo, vale a pena investir em aspectos saudáveis e em atitudes que promovam a qualidade de vida e o bem-estar.

Logo, desde a juventude, deve-se aprender a cultivar valores como a sabedoria e o bom senso. Contudo, não se pode deixar de lado as oportunidades de novas experiências e sensações. Afinal, como diz o filósofo e professor da USP Mário Sérgio Cortella, “o que levamos da vida é a vida que a gente leva.”

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